Não se trata de nenhuma proposta de emprego mas apenas uma evidência que indica que as pessoas mais atractivas conseguem melhores vencimentos e oportunidades.
As evidências existem, mas provar é bem mais difícil, até porque nas selecções de recrutamento os responsáveis podem actuar inconscientemente ao contratar os candidatos/as mais atractivos fisicamente.
A Constituição Portuguesa e Europeia (Artigo 21º dos Direitos Fundamentais da União Europeia) é muita clara e proíbe todo o tipo de discriminação por razões de sexo, raça, cor, origem ética ou social, características genéticas, língua, religião ou convicções religiosa, opiniões politicas ou de outro tipo, pertencer a minorias nacionais, património, nascimento, invalidez, idade ou orientação sexual.
É comum encontrar em determinados anúncios o requisito de Boa Aparência, no meio de exigências como experiência profissional e curso superior. Esta boa aparência pode ter duplo sentido:
É comum encontrar em determinados anúncios o requisito de Boa Aparência, no meio de exigências como experiência profissional e curso superior. Esta boa aparência pode ter duplo sentido:
- Boas condições de higiene, roupa e comportamentos adequados;
- Ou algo mais como boas medidas, bom físico e uma cara bonita.
As investigações demonstram que os efeitos da beleza na hora de selecção afectam de igual modo homens e mulheres. Na prática as mulheres sofrem mais pois os padrões de beleza são mais elevados para o sexo feminino, para isso têm contribuído as imagens difundidas pelos meios de comunicação de mulheres modelos esteticamente perfeitas, super maquilhadas e com distúrbios alimentares, cuja fotos são muitas vezes retocadas usando os famosos programas do género photoshop.
O economista Daniel S. Hamermesh e professor da Universidade do Texas em Austin tem realizado nas últimas décadas diversos estudos sobre o impacto da beleza na economia e nas finanças, se os mais belos trabalham melhor e se os casados tem maior ou menor produtividade.
Na sua obra O Valor da Beleza - Porque as pessoas atraentes têm mais sucesso, concluiu que um homem bonito ganha em média mais 17% do que um feio, e uma mulher bonita mais 13% do que uma feia. Durante toda a vida profissional um trabalhador bonito vai ganhar em média mais 186.000€ do que outro com as mesmas características técnicas mas menos atraente.
Que fazer?
O economista Daniel S. Hamermesh e professor da Universidade do Texas em Austin tem realizado nas últimas décadas diversos estudos sobre o impacto da beleza na economia e nas finanças, se os mais belos trabalham melhor e se os casados tem maior ou menor produtividade.
Na sua obra O Valor da Beleza - Porque as pessoas atraentes têm mais sucesso, concluiu que um homem bonito ganha em média mais 17% do que um feio, e uma mulher bonita mais 13% do que uma feia. Durante toda a vida profissional um trabalhador bonito vai ganhar em média mais 186.000€ do que outro com as mesmas características técnicas mas menos atraente.
Que fazer?
- Se acha que é muito feio/a então conforme-se com a situação, mas se detectar alguma injustiça no seu local de trabalho ou entrevistas de recrutamento denuncie-a, nem que tenha de recorrer aos tribunais;
- Se estiver nos padrões médios de beleza pode sempre tentar aprimorar-se para as entrevistas e testes de selecção, vista-se com gosto, peça conselhos ao seu cabeleireiro para tornar ainda mais o seu visual apelativo, use a maquilhagem correcta, lance o seu charme (Mais ajudas em: https://net-empregos.blogspot.com/2012/06/ajuda-ao-desempregado.html);
- Se é um modelo de capa de revista, parabéns, provavelmente, não precisa de se esforçar muito para atingir as suas ambições.

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